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terça-feira, junho 23, 2026

E AGORA TORCEDOR?

SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO? 


Agueeenta,coração de Leão! 

O Avaí levará ao Conselho uma proposta da Kactus Capital.

A frustração do torcedor com promessas vazias, falta de transparência e má gestão de SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) tem sido um tema recorrente.

Vou ser sincero: sou contra SAFs. Porém, essa proposta me parece interessante e, se for bem amarrada juridicamente, pode ser viável para o clube.

Mas há um ponto fundamental: o contrato precisa prever cláusulas rígidas de proteção ao Avaí. Qualquer compromisso assumido pela empresa que não seja cumprido dentro dos prazos estabelecidos deve dar ao clube o direito de rescindir o acordo sem qualquer ônus ou penalidade.

O Avaí não pode correr o risco de entregar seu futuro com base apenas em promessas. Segurança jurídica e garantias concretas precisam vir em primeiro lugar.

6 comentários:

  1. A torcida que aconteça e grande porque o que está se desenhando e decadência com certeza.

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    1. Infelizmente, não é do meu gosto. Mas se isso se concretizar, que essa SAF queime minha língua.

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  2. Meu istimado isso me assusta da forma como foi conduzida nesses últimos 3 anos. Não confio nessa diretoria, mas temos que acreditar, pois é o último cavalo que vai passar.

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    1. Penso igual, mas dessa diretoria não dá para crer em evolução. Que essa parceria dê certo; pois é bom para ambas as partes.

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  3. Dá medo, mas to achando que esse é o futuro do futebol... não tem saída

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    1. Infelizmente, a era do futebol amador ficou para trás. O futebol transformou-se em um verdadeiro business (negócio), deixando de ser apenas um esporte recreativo para se tornar uma indústria multibilionária voltada à maximização de lucros e ao entretenimento corporativo.
      A discussão sobre as SAFs me lembra outras épocas, quando se dizia que a salvação dos clubes seria encontrar alguém para bancar chuteiras, bolas e uniformes. Depois, a solução passou a ser o patrocínio nas camisas. Mais tarde, vieram as placas de publicidade nos estádios. Quando nada disso foi suficiente para conter a má gestão, a incompetência ou a ganância de muitos dirigentes, surgiu a ideia de que o dinheiro da televisão resolveria todos os problemas.
      Agora, a nova promessa são as SAFs. Mas a pergunta continua a mesma: qual será o próximo modelo apresentado como solução definitiva? Ao longo das décadas, inúmeras fontes de receita foram incorporadas ao futebol, porém nenhuma delas parece ter sido capaz de saciar a fome por mais recursos. No fim, o problema muitas vezes não está na falta de dinheiro, mas na forma como ele é administrado.

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