SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO?
Agueeenta,coração de Leão!
O Avaí levará ao Conselho uma proposta da Kactus Capital.
A frustração do torcedor com promessas vazias, falta de transparência e má gestão de SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) tem sido um tema recorrente.
Vou ser sincero: sou contra SAFs. Porém, essa proposta me parece interessante e, se for bem amarrada juridicamente, pode ser viável para o clube.
Mas há um ponto fundamental: o contrato precisa prever cláusulas rígidas de proteção ao Avaí. Qualquer compromisso assumido pela empresa que não seja cumprido dentro dos prazos estabelecidos deve dar ao clube o direito de rescindir o acordo sem qualquer ônus ou penalidade.
O Avaí não pode correr o risco de entregar seu futuro com base apenas em promessas. Segurança jurídica e garantias concretas precisam vir em primeiro lugar.

A torcida que aconteça e grande porque o que está se desenhando e decadência com certeza.
ResponderExcluirInfelizmente, não é do meu gosto. Mas se isso se concretizar, que essa SAF queime minha língua.
ExcluirMeu istimado isso me assusta da forma como foi conduzida nesses últimos 3 anos. Não confio nessa diretoria, mas temos que acreditar, pois é o último cavalo que vai passar.
ResponderExcluirPenso igual, mas dessa diretoria não dá para crer em evolução. Que essa parceria dê certo; pois é bom para ambas as partes.
ExcluirDá medo, mas to achando que esse é o futuro do futebol... não tem saída
ResponderExcluirInfelizmente, a era do futebol amador ficou para trás. O futebol transformou-se em um verdadeiro business (negócio), deixando de ser apenas um esporte recreativo para se tornar uma indústria multibilionária voltada à maximização de lucros e ao entretenimento corporativo.
ExcluirA discussão sobre as SAFs me lembra outras épocas, quando se dizia que a salvação dos clubes seria encontrar alguém para bancar chuteiras, bolas e uniformes. Depois, a solução passou a ser o patrocínio nas camisas. Mais tarde, vieram as placas de publicidade nos estádios. Quando nada disso foi suficiente para conter a má gestão, a incompetência ou a ganância de muitos dirigentes, surgiu a ideia de que o dinheiro da televisão resolveria todos os problemas.
Agora, a nova promessa são as SAFs. Mas a pergunta continua a mesma: qual será o próximo modelo apresentado como solução definitiva? Ao longo das décadas, inúmeras fontes de receita foram incorporadas ao futebol, porém nenhuma delas parece ter sido capaz de saciar a fome por mais recursos. No fim, o problema muitas vezes não está na falta de dinheiro, mas na forma como ele é administrado.