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segunda-feira, março 24, 2014

Enquanto os clube estão falidos...

Marketing representa 88%  da receita da FIFA

As obras para a Copa do Mundo de 2014 ainda não estão todas prontas, mas a Fifa não tem motivos para reclamar. 
O mundial respondeu por mais de US$ 1 bilhão da receita total de US$ 1,386 bilhão da entidade máxima do futebol em 2013.
O desempenho superou em mais de 18% o valor de US$ 1,166 bilhão registrado em 2012 e em quase 7,5% o antigo recorde de US$ 1,291 bilhão, de 2010. A Fifa teve resultado positivo de US$ 72 milhões, número inferior aos R$ 89 milhões auferidos no exercício anterior.

A área de marketing, com direitos de transmissão, patrocínio, licenciamento e hospitalidade, respondeu por 88% da receita – US$ 1,220 bilhão. A principal fonte de renda foi a venda de direitos de transmissão, com US$ 630 milhões (US$ 601 milhões deles relativos à Copa de 2014). Em segundo lugar aparece patrocínio, com US$ 413 milhões (US$ 404 milhões do Mundial do Brasil). Hospitalidade, com US$ 47 milhões, licenciamento, com R$ 26 milhões, e outras receitas, com US$ 104 milhões, completam o total.

A Copa no Brasil também teve peso importante nas despesas da entidade. Do total de US$ 1,314 bilhão aportado, US$ 560 milhões foram ligados ao Mundial de 2014. Apesar dos gastos elevados, a Fifa encerrou o exercício anterior com uma reserva de US$ 1,432 bilhão.
Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2014/3/21/Marketing-e-88-da-receita-da-Fifa



Segundo o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), cartolas dos principais clubes de futebol visitaram diferentes órgãos da Esplanada dos Ministérios , em busca de apoio para atrasar o andamento do projeto que impõe sanções civis a ex-dirigentes de entidades esportivas responsabilizados por gestões financeiras irregulares. 

É preciso “evitar que dirigentes ‘esvaziem os caixas’ de seus clubes ou federações”. O Projeto de Lei 429/12 altera a Lei Pelé (9.615/98) e tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em caráter terminativo, ou seja, não precisa passar pelo plenário. Desde 15 de julho ela está pronta para entrar em pauta.
Na prática, a proposta de Vital do Rêgo, que também preside a CCJ, impediria que os gestores assumissem dívidas com vencimentos após o término de seus mandatos. As agremiações, federações e confederações que se sentirem prejudicadas por qualquer ato administrativo impróprio poderão pedir em juízo a expropriação patrimonial dos bens particulares de seus presidentes, mesmo depois de concluído o período da gestão. “A medida visa a diminuir riscos de que dirigentes deixem dívidas insolvíveis para seus sucessores ou se utilizem de créditos antecipados de forma irresponsável, sem possível responsabilização posterior”, explica Vital do Rêgo, na justificativa do projeto.

Segundo João Ricardo Ziert, que substituiu Polidoro Júnior na coluna do jornal Notícias do Dia. Comentou que existe 23 ações trabalhistas contra o alvinegro dos "Estreitos".
São eles: Wilson, William Matheus, Fernandes, Márcio Goiano, Aloísio, Juninho, Túlio, Ygor, Roni, Doriva, Elsinho, Toró, Fred,Niell, Canuto, Guilherme Santos, João Felipe, Coutinho, Maicon, Julio Cesar, João Paulo Goiano, Pablo e Hélio dos Anjos.
Ou seja, dirigentes raspam os cofres dos clubes, ganham muito dinheiro e tal qual jogadores de futebol, não tem respeito com o torcedor e ainda se acham no direito de cobrar na justiça o que não é justo.
O que esses medalhões alvinegros e nossos medalhões conquistaram nos últimos anos? O que o clube ganhou com eles em campo? Que se comece a acabar com essa sangria e que os atuais dirigentes deixe de contratar jogadores em fim de carreira e com salários absurdos.
Chega de medalhões que com suas atuações pífias afastam do torcedor dos estádios e só endividam o clube. Jogador em fim de carreira so com contrato de risco, salário compatível com a realidade do clube e pagamento sobre produção.
O capitalismo compra a força de trabalho e exige uma produção decorrente disso. Ou seja, não produziu não ganha.
Sejamos sinceros, hoje em dia no futebol brasileiro é o seguinte: Cartolas milionários, clubes falidos e jogadores mercenários. O torcedor virou o bobo da corte.
Veja o muitos dos porque la fora futebol da lucro e aqui prejuízo.

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