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terça-feira, julho 03, 2012

Tempo de Relaxar_P .O.R.R.A. ?



Um belo dia, um funcionário estava viajando, a trabalho, e recebeu um e-mail
de seu gerente, no qual estava escrito: " PORRA."
No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail com a seguinte expressão:

" FODA-SE ".

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo
gerente, que lhe disse:
- Está despedido! Você não tinha o direito de me responder daquele jeito!
- O meu e-mail era simplificado, e o significado de PORRA é:

"Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado"
O funcionário argumentou:

- Eu sabia disso... e foi exatamente dentro desse espírito que lhe
respondi FODA-SE, que significa:

"Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue".
Foi promovido, claro... ... ... ...

Vai ter raciocínio rápido assim lá na P. Q. P(Produção, Qualidade e
Planejamento...)
__________________

O Aposentado e o Brotinho no banco.

Aos amigos com mais de 60 e para aqueles que vão chegar lá. Vejam como é
lindo o "amor próprio" da terceira idade.

Na semana passada, estava entrando num banco para ver se tinha restado algum
trocado, até o dia da "viúva" (INSS) fazer o depósito, foi quando uma linda
garota de uns 35 anos, minissaia, entrou na fila dos caixas,
imediatamente sai da fila dos idosos e também entrei na mesma fila.

Em pouco tempo ela olhou para trás e sorrindo e disse:
- Porque o senhor não utiliza a fila dos idosos?

- Você sabe para que lugar eu tive vontade de mandá-la, não é? Porém,
mantive a calma e usei toda minha experiência. Puxei papo e resolvi
inventar, para impressionar. Falei das minhas "experiências como comandante
de navio de cruzeiro" - semana passada havia lido um livro sobre um
comandante de navio de turismo. Sabia tudo a respeito.

- Uau! o senhor foi comandante de transatlântico?

- Só por vinte e dois anos. - respondi expressando uma certa indiferença
pelos anos de trabalho, mas sentindo que tinha capturado a presa, era só
abater e comer.

- Nossa! e com essa sua pinta o senhor deveria, certamente, agradar muito o
público feminino, nas noites de jantar com o comandante.

- Boquiaberto só pude responder: Hã? - distraído, eu estava de olho fixo no
decote da jovem que exibia, exuberantemente, seus lindos seios. Ela me pegou
no flagra. Eu sem graça e ela não fez por menos!

- O senhor ficou vermelho! Ficou até mais bonito. Aliás, o senhor deveria
fazer um teste na televisão.

Eu estava perplexo e apavorado, depois dos sessenta, isto acontece uma só
vez antes da morte. Aquele avião pronto para decolar e eu sem condições nem
mesmo de efetuar o chek in. Sim, não sabia ao certo quanto teria na conta
corrente... Quanto estaria custando um Viagra? ...Onde poderia arrumar
duzentão, até o dia do depósito da "viúva"?... Quanto estariam cobrando um
apê no motel? Será que se chamar um táxi pega bem? Comecei a suar frio.

- Eu, artista de televisão?

- Sim! o senhor lembra aquele famoso galã dos anos cinquenta, que minha avó
me mostrou na revista "Rainha do Rádio". Ela tem verdadeira paixão por essas
revistas. Adorava Marlene, Emilinha Borba... Deus nos livre de alguém mexer
nas suas revistas. Ela guarda a sete chaves, com o maior carinho. O senhor é
saudosista também?

- Sim! Mas, você tá me gozando. Galã dos anos cinquenta?

- Verdade... não me lembro bem o nome, só sei que ele fazia filmes para o
cinema, era muito famoso. Ma..Mário, não era. Era alguma coisa como... ah
sim, tinha dois zes no nome.

- Mário Gomezz (Apelei)?

- Não, não era este o nome. Ahhh lembrei... Mazzaropi? Isto Mazzaropi!
Mazzaropi era um galã, não era?

- Betão, nesta hora minha autoestima fez um buraco no chão e foi parar na
terra do sol nascente. Pô, quando ela disse que eu parecia galã dos anos
cinquenta, pensei num Paulo Gracindo, Paulo Autran, ou algum Antonio
Fagundes da vida. Mas, Mazzaropi? ...PQP! Mas, até aí tudo bem, para pegar
aquele avião eu ia de Mazzaropi mesmo...

O meu fabuloso programa da tarde só veio a acabar, quando ela incautamente,
derrubou um livro que tinha na mão. Eu, como um verdadeiro cavalheiro,
inventei de abaixar para apanhá-lo. Só que esqueci as recomendações do meu
ortopedista sobre minhas artroses e artrites, que quando eu me abaixasse, o
fizesse de uma forma bem vagarosa. Enquanto o livro descia, eu mais que
depressa, inventei de pegá-lo na altura dos joelhos desnudos da jovem.

- Só escutei a frase dela: "uau! que reflexo - você parece um garotão!".

- Ouvi esta frase, e mais dois sons. Um som abafado da região da minha
coluna que travou no ato, e o som estridente de um prolongado peido que alem
de sinalizar a frouxidão do rabo lembrou-me da intensa dor na coluna. E quem
disse que eu conseguia endireitar o corpo, nem chamando o Carvalhão.

Arcado, tentava me endireitar e peidava. Tentava, e novamente peidava. Pô,
o pior, que há pouco tinha almoçado num restaurante alemão. Imagina o odor?

A jovem vendo que a situação não reverteria, tirou os dois dedos que
apertavam suas narinas, apanhou o celular e discou para o SAMU. Fim de um
provável romance...

Você tá rindo por que não foi com você.

Colaboraçao: Paulo Cesar Pereira Macedo e Odinilson Manoel Silvano

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